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  "writing": "[b]Explorando Novos Territórios – Parte III[/b]\n[i]por Tanuki Gokuhi[/i]\n\n“Sete dedos então?” – Disse Veemon com um sorriso maroto no focinho. “Não!” Respondeu Gabumon com atitude, mas obviamente enrubescido.\n\n“BanchouLeomon é enorme, com certeza cabe um punho inteiro ainda” – replicou Veemon rindo.\n\n“Quer parar com isso? Aliás, isso já faz quase um dia inteiro, você sabe como volta a ficar normal depois de um tempo”. Disse Gabumon enquanto liderava a dupla para longe do vale, casa de BanchouLeomon, onde na noite passada o presenteou com uma longa e intensa transa.\n\nBanchou não era exatamente um número pequeno, e ter sido comido sem muito preparo pelo leão talvez tenha sido um passo largo demais para sua primeira vez. Talvez tivesse sido melhor ter dado para o Veemon antes. – Pensou Gabumon em silêncio enquanto andava:\n\n“Quatro”.\n\n“Oi? Haha, sabia que ainda estava todo largo, você devia ter visto sua cara. Confesso que fiquei com um pouco de inveja, mas pensando por outro lado, eu sou menor que você, eu acho que Banchou ia me partir em dois se ele tentasse botar aquela coisa toda em mim.” continuou Veemon sem parar.\n\nGabumon observava de soslaio o digimon azul tagarelando seus devaneios para quem quisesse ouvir, estava certo que ele não ia largar esse assunto até o fim do dia. Mas o que pode fazer, Veemon ainda tem uma mente que vai a mil por hora em qualquer assunto que jogar na sua direção. E de certa forma gostava da companhia, seria estranho andar por dias em locais com pouca civilização em completo silêncio.\n\n“Talvez deveríamos ir aumentando o calibre progressivamente, convidar um colega de cada vez, assim quando fosse dar, não ia ser chocante como foi com Banchou. Eu recomendo começarmos com o Agumon, pois ele é amigão e o pau dele mede uns...” Veemon foi interrompido quando quase trombou em Gabumon, que parou de andar:\n\n“Chegamos Vee, a Floresta das Raízes Negras.”\n\nA floresta, apesar do nome sinistro, é um local bem quieto e sereno, muitos digimons espíritos habitam os densos corredores de árvores altas, cuja as copas cobrem quase todo o céu. Como pouca luz atinge o solo, vegetação rasteira é quase ausente, tornando um caminho fácil e sem muitos obstáculos. Com isso, as árvores precisam penetrar fundo no solo para obter os nutrientes, já que pouco se obtém perto da superfície. Quando extraídas, as raízes tomam uma coloração escura como grafite, dando origem ao nome da floresta. As raízes dessa floresta têm ótimas propriedades medicinais.\n\n“O checkpoint é bem aqui, marcando a entrada da floresta. O próximo fica em uma clareira a meio dia de caminhada daqui em linha reta. Montaremos lá nosso acampamento.” Disse Gabumon terminando de instalar a baliza que marca o checkpoint.\n\n“Uau, é seguro? Eu li que é um lugar OK, mas digimons bem fortes moram ali.” Questiona Veemon, ajeitando a alça da mochila, disfarçando o nervosismo.\n\n“Não é um lugar que eu quero ficar perdido certamente, há digimons fortes, mas eles não são predadores, se ficarmos fora do caminho deles e respeitar o espaço, vai ser uma viagem sem incidentes.” Respondeu Gabumon com uma voz imperativa para passar confiança à Veemon, que se iluminou após sentir a confiança voltar novamente.\n\n\n* * *\n\n\nVeemon sentiu o ar mais gelado do ambiente tomar conta de sua pele. Seu braço arrepiou, apesar do aspecto misterioso, sentia que havia vida ali. Mais silenciosos, os pássaros ainda piavam nas copas altas. Pequenos mosaicos de sol dançavam tímidos no chão, desaparecendo por vezes, manipulados pelas folhagens densas ao vento. Alguns insetos e pequenos mamíferos passavam aqui e acolá, tomando conta do seus próprios negócios, como se ninguém se importava com a presença dos dois digimons estranhos.\n\nVeemon observou Gabumon enquanto andava. Ele queria beija-lo de novo com a mesma paixão que o beijou na barraca perto do primeiro checkpoint de sua jornada. Temia que quando essa missão acabar, ele irá se distrair demais com outros afazeres e se afastar novamente, algo típico do Gabumon, quieto e reservado. Talvez se ele se conectar melhor com Gabumon, algo além de sexo, ele poderia expressar o amor pelo digimon amarelo e quem sabe, o possível sentimento de dúvida que ele tinha na manhã seguinte depois que transaram pela primeira vez, se convertesse em certeza, certeza de que vale a pena investir em um relacionamento.\n\n“Err... Gabumon, eu sei que eu sou um pouco expansivo as vezes, mas toparia algo mais calmo e divertido após completarmos a missão? Você tem algum hobby que tenha vontade de...” Veemon foi, novamente, interrompido quando Gabumon se jogou em cima dele. Um a flecha feita de osso lascado passou zunindo por cima dos dois, e com um assovio, acertou uma árvore atrás deles, criando uma rachadura na dura crosta.\n“Não estamos sozinhos!!! Corre!!!” Urgiu Gabumon puxando Veemon pelo braço. Veemon ainda desorientado era puxado pelo digimon amarelo como uma boneca de pano. Incrível como um digimon que aparenta ser gorducho consegue correr tão bem.\n\n“Gabumon! Zigue-zague! Temos que correr em zigue-zague!!” Exclamou Veemon enquanto era puxado pelo braço. Sem ter uma resposta de Gabumon, Veemon puxou Gabumon para a esquerda em um movimento aleatório.\n\nGabumon parecia atordoado com o puxão de Veemon, mas ao mesmo tempo, uma outra fecha assoviou do lado direito da orelha de Gabumon, criando um pequeno rasgão na orelha direita de seu casaco de pele:\n\n“Aah! Vai tomar no...” Veemon dessa vez interrompeu Gabumon quando o puxou para o lado direito. Uma flecha agora zune à esquerda da dupla, que explode em pedaços ao acertar uma pedra. Veemon nota um barranco adiante, criando um declive:\n“Gabumon, vamos para a direita novamente e pulamos no barranco abaixo! Deve ter alguma toca ou gruta que possamos nos esconder” exclamou Veemon, ofegante, mas determinado.\n\nOs dois puxaram para a direita, o que foi um golpe de sorte, pois o inimigo achou que iam puxar para a esquerda para seguir o padrão, uma flecha passou ao longe deles, mas certamente ia acertar um dos dois se tivessem ido para a esquerda. Os dois chegaram à beira do barranco.\nPularam.\n\n\n* * *\n\n\nGabumon apertou firme a mão de Veemon, a última coisa que ele queria agora é se separar dele. Tudo estava em câmera lenta agora: o chão desnivelado do barranco, que era mais íngreme do que parecia, chegava mais perto. Outra flecha passou zunindo perto agora da orelha esquerda, não acertou.\n\nUma tora logo adiante deles, no chão, podia oferecer a eles a perfeita oportunidade para um escudo.\n\n“Vee! Atrás da tora!” Gritou Gabumon quando os dois tocaram o chão. Imediatamente pularam por cima da tora, e mergulharam atrás dela.\n“Pelo amor de Yggdrasill! O que está acontecendo? Por quê estamos sendo atacados?” Perguntou Veemon em meio a respiração pesada.\n\n“Não sei, agora silêncio, vamos nos arrastar até aquela gruta, parece que há outra saída pelo jeito que a luz ilumina lá dentro, e como nosso inimigo aparenta ser só um, podemos vigiar e fugir se for preciso, pelo menos é a nossa melhor opção.” Comandou Gabumon, engatinhando junto de Veemon até a entrada pequena da gruta.\n\nGabumon estava em pura adrenalina, mas dentro da gruta, não haveria como tomar uma flechada de qualquer direção, tornando o trabalho de vigiar fácil o suficiente, pelo menos até eles entenderem com o que estão lidando.\n\n\n* * *\n\n\nUma sombra sinistra se formava na entrada da gruta e acompanhado dela um som de arco tencionando. Estavam sendo caçados, não tinham muito para onde correr, o momento agora é lutar ou morrer.\n\nOs dois trocaram olhares de confiança e se prepararam para a batalha, mas no momento que iam disparar seus poderes um som alto, como se fosse um berrante ecoou na floresta.\n\nA figura se atordoou e segundos depois fugiu. O alívio dos dois digimons não durou quando outro som foi emitido do misterioso berrante, dessa vez muito mais próximo. Os dois não puderam reagir ao medo quando inesperadamente uma figura muito maior apareceu na boca da gruta.\nSem pensar, Gabumon imediatamente partiu para o ataque: “Rajada Az—” Gabumon foi interrompido:\n\n“Wow wow!! Espera aí! Não estou armado!” – disse a criatura ainda sem rosto\n\n“Identifique-se!” – exclamou Veemon\n\nA criatura entrou na gruta, e a luz que emanava iluminou o rosto dela, puxando exclamações dos dois digimons:\n\n“Meu nome é Rodrigo, vi vocês fugindo de um dos espectros da floresta enquanto patrulhava a área em busca deles. Dica quente, eles odeiam barulhos altos” – disse ele mostrando um chifre oco moldado para ser usado como um berrante.\n\nRodrigo tinha mais ou menos 1,72m, cabelo negro e liso, olhos castanho escuros, pele levemente morena, em boa forma, braços firmes e coxas grandes e lisas.\n\n“Uau, um humano na Floresta das Raízes Negras, impressionante! Obrigado Rodrigo, sou Gabumon e este é Veemon”\nOs três se cumprimentaram muito alegres: “Passem a noite na minha casa hoje, vai ser ótimo ter companhia”.\n\n\n* * *\n\n\nVeemon seguia atrás de Gabumon e Rodrigo pela floresta. Ele era bem legal, pensava Veemon, não só era um humano simpático valente, ele tinha um corpo suculento. A bunda dele parecia bem firme e redonda, cada passo ela tremia com perfeição. Precisava ver ele pelado e cair de boca nessa bun – Veemon foi interrompido quando trombou no seu objeto de desejo: de cara com a bunda de Rodrigo quando os dois a sua frente pararam do nada – “Ah cara! Isso tá ficando muito frequente!”.\n\nOs três chegaram no pé de uma imensa árvore, Rodrigo guiou-os através da casca da árvore.\n\n“Wow!! Essa árvore é de mentira!” Exclamou Veemon\n\n“Só a parte que serve para esconder a escada que fica do lado de dentro” Disse Rodrigo mostrando uma imensa escada em espiral, mas do lado de dentro, que levava para o topo.\n\nVeemon seguia degrau após degrau, ainda maravilhado com isso. A escadaria os levou para uma casa na árvore bem confortável nas alturas.\n“Vocês podem passar a noite aqui, são meus convidados, se sintam em casa por favor!” Disse Rodrigo enquanto se desvencilhava de seu equipamento de caça. \n\nVeemon olhou ao redor. Era uma casa na árvore espaçosa, mas não havia cômodos, tudo estava ali, um pequeno forno a lenha feito de pedras, uma cama feita à mão no canto oposto. Veemon ficou observando Rodrigo indo do lado do que ele assumiu ser uma cozinha. Gabumon estava removendo os lençóis e os acolchoados da mochila.\n\nToda vez que Rodrigo e Veemon cruzavam olhares, Veemon sorria e ruborizava. Esse rapaz era simpático demais e gostoso em excesso para um humano.\n\n\n* * *\n\n\nRodrigo achou engraçado e bonitinho o fato de Veemon esconder seu rosto quando cruzou olhares com ele. “Será que ele só tá com vergonha de mim ou esse digimon está de fato interessado em mim? Não sabia que digimons tinham esse interesse, especialmente em humanos.”.\n\nEle caminhou para um dos lados da casa e trocou rapidamente sua camiseta e calças, e pode constatar que o digimon azul o estava comendo com os olhos. Ele seguiu pensando:\n\n“Não sei qual é a do Gabumon, mas o azulzinho é uma fofura, nunca pensei que ia dizer isso, mas talvez eu devesse dormir junto deles e ver se consigo pelo menos uma investida dele”.\n\nRodrigo terminou de se vestir, agora com roupas bem mais relaxadas e voltou ao grupo.\n\n“Rodrigo, nos conte exatamente o que está caçando.” Perguntou Gabumon.\n\n“Desde que o Digimundo foi pacificado, eu passei a morar aqui, o lugar de onde venho no mundo dos humanos não é o melhor de todos sabe, aqui eu posso pelo menos viver em paz com os digimons que vivem aqui nessa floresta.\n\nMas não faz muito tempo, algo começou a atacar digimons, silenciosamente, eles desapareciam no meio da noite para nunca mais serem vistos. Eu comecei a investigar o caso, já que conheço e tenho amizade com quase todos daqui, não podia deixar isso continuar.\n\nApós muito tempo seguindo pistas e procurando por rastros, eu finalmente vi: É claramente um Digimon vírus, mas eu nunca o vi antes. Ele é alto, escuro como as sombras. Ele cria um nevoeiro em sua volta, dificultando ser identificado.\n\nPraticamente todos os digimons evacuaram a floresta, ficando só eu e criaturas da natureza. Prometi ficar para trás e capturar essa criatura, para que eles possam voltar novamente para o lar delas. Fiquei sozinho desde então.”\n\n“Poxa, isso é grave, não podemos seguir nosso caminho sem ajudar você, não só pelo fato dela ter matado digimons, mas também por ser importante para que essa floresta se torne uma rota segura entre os dois vilarejos.” Disse Gabumon apreensivo.\n\n“Mas vocês, me perdoe parecer rude... são digimons em treinamento, essa criatura parece muito forte, talvez até para nós três juntos!”\n\n“Bom, eu não contaria com essa limitação” Disse Veemon com um sorriso cheio de dentes\n\n“Nós podemos, possivelmente, evoluir” Completou Gabumon\n\n“Sério? Eu achava que evolução era só possível se combinado com um parceiro humano”\n\n“Você não está errado, mas eu e Veemon conseguimos agora evoluir sem essa restrição, pelo menos por um tempo, só não sabemos agora como iniciar a evolução”\n\n“Até lá, o Gabumon e eu é tudo que você tem camarada!”\n\n“Eu aceito a ajuda! Muito obrigado! Mas o que mais adoraria agora é relaxar um pouco e eventualmente dormir”\n\nRodrigo mal conseguiu concluir seu pensamento quando ele e Veemon olharam para trás quando um ronco veio de Gabumon, que estava deitado em cima do acolchoado dele, e completamente entregue ao cansaço. \n\n\n* * *\n\n\nVeemon cobriu seu amigo com um lençol e colocou um travesseiro debaixo da cabeça dele.\n\n“Ele costuma ser bem ativo, mas parece que esses dias cansaram ele além da conta”\n\n“Seu amigo parece ser o líder, é algo que demanda bastante energia. Você está cansado também?” – Rodrigo sorriu com a pergunta\n\n“Não muito, eu costumo dormir bem mais tarde, bastante energia para queimar sabe” – Veemon ruborizou de novo \n\n“Quer ir até meu quarto improvisado? Podemos conversar mais e deixar Gabumon descansar”\n\nVeemon ficou um pimentão, essa oferta não podia recusar. Os dois andaram para o outro lado da casa onde a cama ficava, os dois deitaram lado a lado.\n\n\n* * *\n\n\nRodrigo notou que Veemon estava muito quieto, precisava quebrar o gelo se quisesse ter alguma coisa com ele essa noite:\n\n“Então, o Gabumon é seu... amigo? Namorado?”\n\n“Oh, ah... Gabumon é meu amigo, eu gosto dele bastante sabe, mas ele precisa de bastante tempo para organizar as ideias”\n\n“Então você quer ser mais que amigo dele?”\n\n“Si- Não! Ah... eu...” – gaguejou, mas se recompôs: “Um dia quem sabe, enquanto isso eu vou explorando novos territórios”\n\n“E explorar você quer dizer...? Experimentar?”\n\n“É... podemos dizer isso...”\n\nRodrigo notou que ele estava imensamente envergonhado, mas como seu sorriso não sumia, assumiu que estava tudo bem continuar.\n\n“Se me permitir ser ousado, eu também gosto de experimentar, mas como pode ver nessa floresta, eu não tenho muita oportunidade para isso”\n\n“Erm... geralmente eu sou mais ousado, mas não sei por que estou com vergonha”\n\n“Você não precisa ter vergonha. Por acaso está com vergonha de mim?”\n\n“É que você é... uh... bastante areia para meu caminhãozinho”\n\n“Eu tenho certeza que você consegue segurar essa areia toda”\n\nRodrigo sorriu para Veemon, e tirou a camiseta, revelando um peitoral moreno e definido, mas ainda sim carnudo.\n\n“Bom, eu não vou rejeitar toda essa areia!” – disse animado\n\n\n* * *\n\n\nVeemon se moveu e se ajoelhou em meio as coxas grossas de Rodrigo, onde pode apreciar pela primeira vez o lindo volume de sua calça. Com suas mãos hábeis as calças foram removidas revelando tudo.\n\nVeemon viu a belezura de pinto a sua frente. Era quente, não muito grosso, mas longo, deveria ter uns 19cm. Seu saco era cheio, mas modesto, podia ver que era quase cor-de-rosa, estava na flor da idade.\n\nEm uma só bocada, Veemon deslizou o comprimento todo para dentro de sua boca:\n\n“Uau Veemon, você já deve ter feito isso antes, não é possível”, disse Rodrigo em meio a sua respiração pesada. Veemon chupou forte e soltou o pau de sua boca:\n\n“Guarde suas expectativas para quando provar o resto”.\n\nApós dar uma boa mamada nele, continuou:\n\n“Me mostre o que você sabe fazer campeão!”\n\nSem nem um segundo passar, Veemon sentiu ser puxado contra o pau, o qual deixou passar por seus lábios, sentindo cada centímetro dele deslizar por sua língua, ouvindo gemidos autênticos do dono.\n\nVeemon fechou seus olhos e se deixou ser usado.\n\n“Caramba, como eu curto um cara que sabe o que faz” pensou Veemon, lembrando na primeira noite com Gabumon, quando ele o imobilizou no chão da barraca, e o comeu sem dó, como um animal.\n\n“Massageie minhas bolas Vee, você está indo bem... aaah”.\n\n\n* * *\n\n\nRodrigo estava aproveitando o inesperado. Mal conhecia esse digimon e já estava metendo na boca dele. Por sorte o amigo Gabumon dele está dormindo pesado, ele não queria criar uma situação chata entre os dois, especialmente quando ambos parecem ter algo acontecendo entre eles.\n\n\"Aah..!\"\n\nVeemon trabalhava habilmente sua língua na cabeça de seu pau, que ele já fez isso era óbvio só pela conversa, mas tamanha habilidade vem mais de experiencia, vem de desejo.\n\nRodrigo comecou a dar estocadas mais intensas, fazendo todo o comprimento do seu pau mergulhar dentro do digimon azul, suas bolas faziam um gentil tapa no queixo dele a cada mergulho.\n\n\"Aaah Veemon, eu acho que vou gozar\"\n\nO Digimon tirou o pau de sua boca, terminando com uma grande lambida por todo o comprimeito dele. Em seguida, subiu no colo de Rodrigo, dando um abraço carinhoso no pescoço dele, seu focinho estava no cangote dele:\n\n\"Eu quero você dentro de mim\"\n\nNada surpreso, mas cheio de antecipação, Rodrigo virou a cabeça de Veemon e deu um longo beijo na boca. Sua outra mão deslizava pela pequena cauda do digimon, acariciando a base dela. O beijo seguia com gemidos amordaçados de Veemon na boca dele, quando ele começou a massagear com seus dedos o ânus do digimon.\n\nOfegantes, mas sorridentes, os dois mantiveram contato olho no olho. Veemon não sabia exatamente o que era essa pausa toda quando sua expressão mudou de curiosidade para desconforto, surpresa e prazer quando seu ânus começou a ser violado lentamente pelo membro liso e morno de Rodrigo, as mãos e braços firmes de Rodrigo, ainda abraçados em volta de Veemon o puxavam para baixo, enquanto era penetrado mais e mais fundo.\n\nVeemon estava em êcstase, sem ter para onde fugir, ele estava agora no embrace apertado quente de Rodrigo, a respiração dele vibrava em prazer, e terminou com uma grande expiração no cangote de Veemon quando a bunda do digimon azul finalmente sentou-se confortavelmente nas coxas dele, completamente aterrado.\n\nRodrigo começou a mordiscar e lamber o pescoço de Veemon, os dois mal tinham começado e já estavam suados. O corpo liso de Rodrigo trouxe uma familiaridade com seu próprio corpo, os dois praticamente não tinham pelos, e sentiam um ao outro diretamente na pele.\n\nVeemon sentiu Rodrigo começando a puxar seu membro de dentro, mas retornou em uma estocada só, fazendo um som molhado e alto do saco de Rodrigo batendo na bunda lisa de Veemon.\n\n\"Oh yeah\" suspirou Rodrigo, e seus movimentos começaram a ficar mais compassados. Sons de *ploc ploc ploc* ecoavam na casa da árvore. Após longos dez minutos de sexo ritmado, ele deitou-se de barriga para cima, ainda abraçado a Veemon. Seu membro quase escapou:\n\n\"Oops, eu não terminei ainda com você querido\" e assegurou que seu membro mergulhasse até o talo novamente, arrancando um gemido mais alto do digimon azul \"eu só paro quando terminar de usar essa bundinha linda sua\".\n\nAs estocadas agora eram mais intensas, com os dois deitados, Rodrigo comia ele com mais desejo, beijando-o, acariciando seu corpo, mas sempre assegurando que suas metidas nunca parassem para lembrar o digimon quem tava no comando naquele momento.\n\n\n* * *\n\n\nVeemon sentia seu penis queimando, como se tivesse sendo chupado, mas nada estava tocando nele. Oh sim, Veemon sentia um orgasmo vindo bem lentamente, as estocadas dele estavam massageando sua próstata direitinho, seu corpo vibrava com cada metida, ele não parava, não perdia o ritmo, já era quase meia hora de sexo intenso e suado e Veemon estava amando.\n\nRodrigo teve pequenos espasmos, ele estava quase chegando no clímax. Mas Veemon também estava com seu próprio clímax vindo, era incrível a sensação de gozar vindo tão lentamente, era como um orgasmo que cresce para o momento mais intenso por mais tempo.\n\nVeemon não aguentou, e soltou gemidos altos e sem vergonha alguma:\n\n\"Aah! Eu vou gozar Rodrigo, Aah!\"\n\n\"Goze para mim Veemon\"\n\nJatos vieram do digimon azul, cobrindo o peito e rosto de Rodrigo. Tres, quatro jatos, Veemon estava exausto, mas quando voltou a si, ele ainda estava preso à Rodrigo, que continuava mais e mais forte enterrar seu pinto nele. \n\n\"Ahhh.. Aqui, h-hora de rechear você!\"\n\nCom um algo urro, Veemon sentiu seus interiores sendo inundados com o líquido quente que jorrava de Rodrigo. Cada pulsação de seu membro era certamente um grande jato dentro. A sensação de ser mais uma vez preenchido era deliciosa.\n\nRodrigo manteve seu membro dentro de Veemon por um tempo, enquanto ambos retomavam o fôlego. Rodrigo virou de lado, carregando o digimon consigo, assumindo a posição de conchinha.\n\nRodrigo acariciou a cabeça dele, dando leves lambidas e mordiscadas.\n\n\"Nossa, não sabia que humanos eram tão intensos no sexo assim\"\n\n\"Haha, alguns são, há muitos de nós\"\n\nVeemon fechou os olhos, enquanto sentia o membro mole deslizando para fora finalmente.\n\n\"Hmmmm, delicia. Acho que devemos nos limpar e dormir\"\n\n\"Sim, mais 15 minutinhos de cuddling antes\"\n\n\"Podemos arredondar para 1h\"\n\n\"Perfeito por mim\"\n\n* * *\n\nO sol iluminou os olhos de Veemon através da janela mal coberta por um pano surrado. Um pássaro ou outro faziam pios que ecoavam na floresta la fora, um lembrete de que ainda estavam na Floresta Negra.\n\nVeemon sentia o calor do sol em seu rosto enquanto desfrutava do momento gostoso entre acordar e finalmente abrir os olhos. Mas o momento foi interrompido por uma sombra que cresceu na frente dele. O vulto tapava o sol, e estava do seu lado. Quando seu cérebro somou o que estava acontecendo, ele se desesperou.\n\n\"Ah! O espectro!!! Não me mate!!!! Gabumon!!!!!! Oooof\" - seus gritos foram interrompidos por uma toalha jogada na sua cara, o vulto disse em uma voz familiar.\n\n\"Você que vai matar a todos com esse cheiro de falta de banho\"\n\nGabumon andou para o outro lado da casa, para terminar de coar o café.\n\n\"Oh... eu devo ter dormido e esquecido quando...\" - Veemon checou que Rodrigo não estava lá - \"Ué, cadê o Rodrigo?\"\n\n\"Ele foi buscar mais lenha\"\n\nVeemon cambaleou para o chuveiro improvisado e tomou uma ducha. O cheiro de café aromatizava a casa. Minutos depois, ele se secou e seguiu para onde Gabumon estava.\n\n\"Quer que eu faça ovos Gabu?\"\n\n\"Sim. Vee, eu sei que não é da minha conta, mas...\" Veemon olhou apreensivo para o digimon amarelo, que olhava para o bule de água \"...eu tenho receio que você fique fazendo sexo com qualquer criatura que aparece na sua frente. Tenho medo que se machuque\"\n\nUm silêncio pairou no ar, apenas abafado pelo som da água fervendo no bule.\n\n\"Eu sinto muito Gabu, eu não sei por que eu estou com minha libido tão fora de controle esses últimos dias.\"\n\n\"Foi essa falta de controle que fez você fazer sexo comigo?\"\n\nMais uma pausa. Veemon sabia onde isso estava indo. E Gabumon tinha toda razão.\n\n\"Sim. Mas... com você foi diferente. Foi admiração por você, eu sempre gostei de você, mas não sabia que havia algo a mais ainda. Aquele dia foi o dia que eu descobri que de fato havia mais do que admiração.\"\n\nGabumon permanecia em silêncio, mas ouvindo.\n\n\"Depois da noite mais mágica da minha vida naquela barraca no nosso primeiro dia, eu devo ter ficado sem controle com os novos prazeres, e devo ter me deixado levar por estar em uma aventura com você.\"\n\n\"Eu tenho medo Vee, que se algo der errado, nossa amizade seja danificada para sempre\".\n\n\"Eu não tenho como prever o futuro Gabu, mas temos amizade suficiente para reconhecer isso antes que um desastre aconteça com ela, não é?\"\n\n\"Eu suponho que você esteja correto\"\n\n\"Gabu, eu te amo\"\n\nGabumon ficou ainda parado em silêncio, Veemon estava esfregando um braço no outro nervoso. Após o que pareceu minutos, Veemon começou a dar um passo para o lado, para deixa-lo em paz.\n\n\"Eu não vou incomodar você mais com iss-\" Veemon foi interrompido, quando seu braço foi puxado com força, apenas para virar-se e dar de cara com o focinho do Digimon amarelo, que o puxou para um beijo intenso.\n\nVeemon fechou os olhos, e continuou beijando seu ídolo e amigo. Com sua cabeça firme, mas ainda assim, gentilmente segurada contra Gabumon, que o beijava como se não houvesse amanhã. O beijo foi quebrado muito tempo depois, quando ambos estavam sem fôlego.\n\"Oof! Você é digimon mais incrível que eu conheço, e continua me surpreendendo.\"\n\n\"Nah, sou apenas um Gabumon, que marca trilhas e é namorado de um digimon azul muito travesso\"\n\nOs olhos de Veemon ficaram vidrados, ouvindo ele dizer a palavra namorado se referindo a ele, era quase impossível de acreditar. Tudo que Veemon queria era que aquilo não fosse um sonho.\n\n\"Algumas regras Vee. Eu não ligo se você quiser transar com outros, mas por favor, escolha eles com responsabilidade, você vale mais do que isso. Se alguma coisa que eu faço te aborrecer, fale. Se a chama da paixão estiver se apagando, vamos conversar sobre isso. O resto a gente descobre\"\n\"Parece muito razoável Gabu, eu vou pegar leve com esse meu desejo incontrolável de sexo. De resto, pode contar comigo! Mas, você sabe que eu transei com o Rodrigo, tá tudo bem? Algo que eu deva fazer ou parar de fazer?\"\n\n\"Nah, mas como ele transou com você e me deixou dormindo, eu vou querer comer o rabo dele agora.\"\n\nUm som de blocos de madeira ecoou na casa, logo atrás dos dois digimons, quando Rodrigo deixou cair a lenha no chão, com a cara toda ruborizada e envergonhada.\n\n\"Oh, olá Rodrigo. Você talvez vai querer um pano para morder, porque o Gabumon não é nem um pouco pequeno não.\" - Disse Veemon com um sorriso travesso na cara, como sempre.\n\n\n* * *\n\n\n\"O plano é o seguinte – começou Rodrigo – vocês ficam em lados opostos dessa clareira com os berrantes. Eu fico no meio dela. Eu ficarei sentado no meio dela fingindo que estarei meditando. Quando o espectro aparecer, Gabumon começa a tocar o berrante dele. Depois Veemon, e eu sairei correndo para aquela direção, da gruta que vocês se esconderam ontem. \n\nQuando eu passar para o outro lado, esperarei o espectro entrar na gruta para me pegar do outro lado. Quando ele estiver no meio, eu tocarei meu berrante. Vocês, irão derrubar aquelas rochas que irão cobrir uma das entradas. O espectro irá ficar preso, pois irei fazer barulho do outro lado. Com ele encurralado, poderemos finalmente captura-lo.\"\n\n\"Parece simples mas ao mesmo tempo cheio de pontos de falha\" - Disse Gabumon\n\n\"Caso alguma coisa de errada, nosso sinal é tocar o berrante sempre com 3 pausas curtas, abortamos e voltamos para minha casa\".\n\n\"Parece mais possivel agora\".\n\nHoras depois, o grupo se posicionou conforme o plano. Rodrigo estava no meio da clareira, Gabumon e Veemon se posicionaram escondidos em cada lado dela, deixando a trilha que leva à gruta como a única opção de fuga.\n\nTodos ficaram em silêncio. Quase uma hora se passou, quando finalmente um leve nevoeiro começou a pairar pela área. Minuto a minuto, ele ficava mais intenso, a ponto do sol não ser mais do que um halo de luz fraca iluminando a clareira. Gabumon quase não pode ver Rodrigo mais no meio, e certamente não podia mais ver Veemon.\n\nRodrigo notou um turbilhão de ar que moveu o nevoeiro. O espectro estava ali já. Os três ouviram um barulho de arco se esticando. Ele ia atirar.\nRodrigo correu em direção a Gabumon, que imediatamente começou a tocar o berrante. A criatura certamente em estresse, deixou a flecha voar sem alvo, surpreso com o ruido ensurdecedor do berrante.\n\nEla começou a se mover em direção a Veemon, que começou a tocar também. Um grito alto ecoou na floresta quando a criatura foi pega de surpresa. Gabumon se juntou a Veemon e começou a tocar juntos. Forçando a criatura a retraír para a trilha.\n\nRodrigo já havia assumido sua posição na trilha, para servir de isca, para certificar que ela não ia se distrair e fugir. Gabumon e Veemon começaram a correr em direção a criatura soprando os berrantes, forçando-a para a trilha.\n\nOs dois digimons continuaram a perturbar a criatura que seguia pela trilha em direção a gruta. Eles notaram que ela finalmente entrou na gruta, e seguiram para a segunda etapa, e usando seus ataques especiais, causaram uma avalanche de pedras que selou uma das entradas da gruta.\n\nDo outro lado Rodrigo ouviu as explosões, e os ruídos da criatura. Ele começou a soprar seu berrante, causando agonia na criatura, que ao fugir, se encontrou encurralada. Gabumon e Veemon eram rápidos, e se juntaram a Rodrigo.\n\nPasso a passo, eles tentavam domar a criatura, que até o momento, não havia forma, era tudo muito escuro na gruta. Quando finalmente a criatura se cansou, no canto da gruta, completamente encurralada:\n\n\"Acabou, revele-se agora! Senão vamos continuar te torturando!\" - disse Rodrigo, claramente ofegante e nervoso\n\nA criatura fez um ruído quase mecânico e ficou quieta. Os três se aproximaram e Rodrigo tirou seu celular do bolso, e ligou a lanterna, revelando uma espécie de esfera metálica. Eles se entreolharam curiosos.\n\n\"Isso não é um digimon. Isso é um... o que raios é isso?\" - exclamou Veemon\n\n\"Me pegou, eu nunca vi algo parecido aqui no Digimundo\" - disse Gabumon\n\n\"Será que é extraterrestre?\"\n\n\"Não Veemon, extraterrestres não usam parafuso philips para afixar placas de metal\" - completou Rodrigo\n\nA curiosidade foi interrompida por um beep alto vindo do objeto. Rodrigo aproveitou para tirar uma foto com o celular, mas ao tirar a foto, ele notou algo que o deixou pálido pelo visor do celular.\n\n\"Gente... tem um contador regressivo nele\"\n\n\"Ugh, eu não preciso entender humanos para saber que qualquer contador regressivo é sinônimo de dar o fora daqui!\" - Exclamou Gabumon\nOs três saíram correndo da gruta, tropeçando e gritando. Pularam atrás de uma vala e se preparam para a explosão da vida deles. Todos eles conhecem histórias das bombas do mundo humano. Tudo que podiam desejar agora é que não fosse uma grande o suficiente para abrir uma cratera em toda a Floresta Negra e dizimar metade do Digimundo.\n\nDa gruta, ouviram um último beep. Seguido de um *poc* e um pouco de fumaça.\n\n\"OK, isso foi super anticlimático\" - disse Veemon, que foi repreendido com olhares dos outros dois.\n\nNa gruta novamente, o dispositivo estava claramente desativado e sem funcionamento mais.\n\n\"Eu vou levar isso pra casa e desmontar, tentar entender o que é isso\"\n\n\"Sua casa não parece exatamente equipada para desmontar isso\"\n\n\"Ah, eu falo da minha outra casa, no mundo humano. Tenho amigos e contatos, a gente pode entender melhor o que é isso\"\n\n\"Seja lá o que for, a ameaça não parece aniquilada, isso parece um drone. Isso significa que o perigo ainda existe, em algum lugar\" - Disse Gabumon\n\n\"Bem, pelo menos não na Floresta Negra mais! Olhem!\" - apontou Veemon para o fora da gruta\n\nLá fora, sol, e outros digimons começaram a retomar a floresta novamente como o lar delas. Mais pássaros eram ouvidos. A vida estava voltando para a floresta quase instantaneamente após a desativação do dispositivo misterioso.\n\n\"Bom, não estou totalmente relaxado com esse assunto, mas com certeza dá para dizer que seja qual era a influência dessa máquina aqui, não existe mais.\" - disse Gabumon\n\n\n* * *\n\n\nOs três voltaram para a casa da árvore. O dispositivo estava embalado em um cobertor e pronto para viagem.\n\n\"Tem certeza que você estará seguro no mundo humano com isso?\" - Disse Veemon\n\n\"Não se preocupe, eu voltarei em breve.\"\n\nRodrigo puxou um notebook e um digivice de dentro de um piso falso da casa. \"Quando eu tiver ido, podem fazer o favor de deixar o notebook aberto, mas em cima daquela mesa? E tranquem a porta ao sair, dessa forma eu poderei voltar nesse mesmo ponto.\"\n\n\"Pode deixar Rodrigo, tome cuidado nessa jornada!\" - Disse Veemon\n\n\"É, cuidado, não sabemos ainda com o que estamos lidando. E... por favor, volte quando puder.\" - Completou Gabumon\n\n\"Ah, como você acha que eu não vou voltar, agora que você disse que quer me enrrabar?\" - Piscou e riu Rodrigo - \"Melhor até já me preparar lá em baixo para nosso próximo encontro!\"\n\nGabumon sorriu, pela primeira vez, de forma travessa, deixando Veemon com a boca aberta em admiração e orgulho!\n\nA tela do notebook se iluminou e Rodrigo desapareceu levando consigo o dispositivo misterioso com ele. Os dois posicionaram o notebook no local indicado como foi pedido, e trancaram a porta da casa da árvore ao sairem.\n\nJá no chão da floresta, os dois se prepararam para voltar a seguir o caminho da trilha, que com certeza ia ser muito mais agradável, já que o clima na Floresta Negra era agora mágico e cheio de vida, com Digimons caminhando calmamente por aí.\n\n\"Diga Gabumon, você realmente vai comer o Rodrigo?\"\n\n\"Oh yeah! Vou mostrar para ele como um digimon fode aquela bunda do jeito certo!\"\n\n\"Oh muur! Tão agressivo esse macho alfa!\"\n\n\"Até lá, pelo visto vou ter que comer você sem dó nem piedade\"\n\n\"Oh Gabu, se você continuar me testando, você vai ter que dar um trato na minha bunda agora mesmo!\"\n\n\"Nah, relaxa, o próximo checkpoint é em 5h para acampar novamente, até lá melhor ir se preparando\" - Gabumon piscou e deu um tapa na bunda de Veemon\n\n\"Caramba, eu adoro sua versão namorado!\"\n\n\n* * *\n\n\nFim da parte III. Parte IV (final) em breve!",
  "writing_bbcode_parsed": "<span style='word-wrap: break-word;'><strong>Explorando Novos Territ&oacute;rios &ndash; Parte III</strong><br /><em>por Tanuki Gokuhi</em><br /><br />&ldquo;Sete dedos ent&atilde;o?&rdquo; &ndash; Disse Veemon com um sorriso maroto no focinho. &ldquo;N&atilde;o!&rdquo; Respondeu Gabumon com atitude, mas obviamente enrubescido.<br /><br />&ldquo;BanchouLeomon &eacute; enorme, com certeza cabe um punho inteiro ainda&rdquo; &ndash; replicou Veemon rindo.<br /><br />&ldquo;Quer parar com isso? Ali&aacute;s, isso j&aacute; faz quase um dia inteiro, voc&ecirc; sabe como volta a ficar normal depois de um tempo&rdquo;. Disse Gabumon enquanto liderava a dupla para longe do vale, casa de BanchouLeomon, onde na noite passada o presenteou com uma longa e intensa transa.<br /><br />Banchou n&atilde;o era exatamente um n&uacute;mero pequeno, e ter sido comido sem muito preparo pelo le&atilde;o talvez tenha sido um passo largo demais para sua primeira vez. Talvez tivesse sido melhor ter dado para o Veemon antes. &ndash; Pensou Gabumon em sil&ecirc;ncio enquanto andava:<br /><br />&ldquo;Quatro&rdquo;.<br /><br />&ldquo;Oi? Haha, sabia que ainda estava todo largo, voc&ecirc; devia ter visto sua cara. Confesso que fiquei com um pouco de inveja, mas pensando por outro lado, eu sou menor que voc&ecirc;, eu acho que Banchou ia me partir em dois se ele tentasse botar aquela coisa toda em mim.&rdquo; continuou Veemon sem parar.<br /><br />Gabumon observava de soslaio o digimon azul tagarelando seus devaneios para quem quisesse ouvir, estava certo que ele n&atilde;o ia largar esse assunto at&eacute; o fim do dia. Mas o que pode fazer, Veemon ainda tem uma mente que vai a mil por hora em qualquer assunto que jogar na sua dire&ccedil;&atilde;o. E de certa forma gostava da companhia, seria estranho andar por dias em locais com pouca civiliza&ccedil;&atilde;o em completo sil&ecirc;ncio.<br /><br />&ldquo;Talvez dever&iacute;amos ir aumentando o calibre progressivamente, convidar um colega de cada vez, assim quando fosse dar, n&atilde;o ia ser chocante como foi com Banchou. Eu recomendo come&ccedil;armos com o Agumon, pois ele &eacute; amig&atilde;o e o pau dele mede uns...&rdquo; Veemon foi interrompido quando quase trombou em Gabumon, que parou de andar:<br /><br />&ldquo;Chegamos Vee, a Floresta das Ra&iacute;zes Negras.&rdquo;<br /><br />A floresta, apesar do nome sinistro, &eacute; um local bem quieto e sereno, muitos digimons esp&iacute;ritos habitam os densos corredores de &aacute;rvores altas, cuja as copas cobrem quase todo o c&eacute;u. Como pouca luz atinge o solo, vegeta&ccedil;&atilde;o rasteira &eacute; quase ausente, tornando um caminho f&aacute;cil e sem muitos obst&aacute;culos. Com isso, as &aacute;rvores precisam penetrar fundo no solo para obter os nutrientes, j&aacute; que pouco se obt&eacute;m perto da superf&iacute;cie. Quando extra&iacute;das, as ra&iacute;zes tomam uma colora&ccedil;&atilde;o escura como grafite, dando origem ao nome da floresta. As ra&iacute;zes dessa floresta t&ecirc;m &oacute;timas propriedades medicinais.<br /><br />&ldquo;O checkpoint &eacute; bem aqui, marcando a entrada da floresta. O pr&oacute;ximo fica em uma clareira a meio dia de caminhada daqui em linha reta. Montaremos l&aacute; nosso acampamento.&rdquo; Disse Gabumon terminando de instalar a baliza que marca o checkpoint.<br /><br />&ldquo;Uau, &eacute; seguro? Eu li que &eacute; um lugar OK, mas digimons bem fortes moram ali.&rdquo; Questiona Veemon, ajeitando a al&ccedil;a da mochila, disfar&ccedil;ando o nervosismo.<br /><br />&ldquo;N&atilde;o &eacute; um lugar que eu quero ficar perdido certamente, h&aacute; digimons fortes, mas eles n&atilde;o s&atilde;o predadores, se ficarmos fora do caminho deles e respeitar o espa&ccedil;o, vai ser uma viagem sem incidentes.&rdquo; Respondeu Gabumon com uma voz imperativa para passar confian&ccedil;a &agrave; Veemon, que se iluminou ap&oacute;s sentir a confian&ccedil;a voltar novamente.<br /><br /><br />* * *<br /><br /><br />Veemon sentiu o ar mais gelado do ambiente tomar conta de sua pele. Seu bra&ccedil;o arrepiou, apesar do aspecto misterioso, sentia que havia vida ali. Mais silenciosos, os p&aacute;ssaros ainda piavam nas copas altas. Pequenos mosaicos de sol dan&ccedil;avam t&iacute;midos no ch&atilde;o, desaparecendo por vezes, manipulados pelas folhagens densas ao vento. Alguns insetos e pequenos mam&iacute;feros passavam aqui e acol&aacute;, tomando conta do seus pr&oacute;prios neg&oacute;cios, como se ningu&eacute;m se importava com a presen&ccedil;a dos dois digimons estranhos.<br /><br />Veemon observou Gabumon enquanto andava. Ele queria beija-lo de novo com a mesma paix&atilde;o que o beijou na barraca perto do primeiro checkpoint de sua jornada. Temia que quando essa miss&atilde;o acabar, ele ir&aacute; se distrair demais com outros afazeres e se afastar novamente, algo t&iacute;pico do Gabumon, quieto e reservado. Talvez se ele se conectar melhor com Gabumon, algo al&eacute;m de sexo, ele poderia expressar o amor pelo digimon amarelo e quem sabe, o poss&iacute;vel sentimento de d&uacute;vida que ele tinha na manh&atilde; seguinte depois que transaram pela primeira vez, se convertesse em certeza, certeza de que vale a pena investir em um relacionamento.<br /><br />&ldquo;Err... Gabumon, eu sei que eu sou um pouco expansivo as vezes, mas toparia algo mais calmo e divertido ap&oacute;s completarmos a miss&atilde;o? Voc&ecirc; tem algum hobby que tenha vontade de...&rdquo; Veemon foi, novamente, interrompido quando Gabumon se jogou em cima dele. Um a flecha feita de osso lascado passou zunindo por cima dos dois, e com um assovio, acertou uma &aacute;rvore atr&aacute;s deles, criando uma rachadura na dura crosta.<br />&ldquo;N&atilde;o estamos sozinhos!!! Corre!!!&rdquo; Urgiu Gabumon puxando Veemon pelo bra&ccedil;o. Veemon ainda desorientado era puxado pelo digimon amarelo como uma boneca de pano. Incr&iacute;vel como um digimon que aparenta ser gorducho consegue correr t&atilde;o bem.<br /><br />&ldquo;Gabumon! Zigue-zague! Temos que correr em zigue-zague!!&rdquo; Exclamou Veemon enquanto era puxado pelo bra&ccedil;o. Sem ter uma resposta de Gabumon, Veemon puxou Gabumon para a esquerda em um movimento aleat&oacute;rio.<br /><br />Gabumon parecia atordoado com o pux&atilde;o de Veemon, mas ao mesmo tempo, uma outra fecha assoviou do lado direito da orelha de Gabumon, criando um pequeno rasg&atilde;o na orelha direita de seu casaco de pele:<br /><br />&ldquo;Aah! Vai tomar no...&rdquo; Veemon dessa vez interrompeu Gabumon quando o puxou para o lado direito. Uma flecha agora zune &agrave; esquerda da dupla, que explode em peda&ccedil;os ao acertar uma pedra. Veemon nota um barranco adiante, criando um declive:<br />&ldquo;Gabumon, vamos para a direita novamente e pulamos no barranco abaixo! Deve ter alguma toca ou gruta que possamos nos esconder&rdquo; exclamou Veemon, ofegante, mas determinado.<br /><br />Os dois puxaram para a direita, o que foi um golpe de sorte, pois o inimigo achou que iam puxar para a esquerda para seguir o padr&atilde;o, uma flecha passou ao longe deles, mas certamente ia acertar um dos dois se tivessem ido para a esquerda. Os dois chegaram &agrave; beira do barranco.<br />Pularam.<br /><br /><br />* * *<br /><br /><br />Gabumon apertou firme a m&atilde;o de Veemon, a &uacute;ltima coisa que ele queria agora &eacute; se separar dele. Tudo estava em c&acirc;mera lenta agora: o ch&atilde;o desnivelado do barranco, que era mais &iacute;ngreme do que parecia, chegava mais perto. Outra flecha passou zunindo perto agora da orelha esquerda, n&atilde;o acertou.<br /><br />Uma tora logo adiante deles, no ch&atilde;o, podia oferecer a eles a perfeita oportunidade para um escudo.<br /><br />&ldquo;Vee! Atr&aacute;s da tora!&rdquo; Gritou Gabumon quando os dois tocaram o ch&atilde;o. Imediatamente pularam por cima da tora, e mergulharam atr&aacute;s dela.<br />&ldquo;Pelo amor de Yggdrasill! O que est&aacute; acontecendo? Por qu&ecirc; estamos sendo atacados?&rdquo; Perguntou Veemon em meio a respira&ccedil;&atilde;o pesada.<br /><br />&ldquo;N&atilde;o sei, agora sil&ecirc;ncio, vamos nos arrastar at&eacute; aquela gruta, parece que h&aacute; outra sa&iacute;da pelo jeito que a luz ilumina l&aacute; dentro, e como nosso inimigo aparenta ser s&oacute; um, podemos vigiar e fugir se for preciso, pelo menos &eacute; a nossa melhor op&ccedil;&atilde;o.&rdquo; Comandou Gabumon, engatinhando junto de Veemon at&eacute; a entrada pequena da gruta.<br /><br />Gabumon estava em pura adrenalina, mas dentro da gruta, n&atilde;o haveria como tomar uma flechada de qualquer dire&ccedil;&atilde;o, tornando o trabalho de vigiar f&aacute;cil o suficiente, pelo menos at&eacute; eles entenderem com o que est&atilde;o lidando.<br /><br /><br />* * *<br /><br /><br />Uma sombra sinistra se formava na entrada da gruta e acompanhado dela um som de arco tencionando. Estavam sendo ca&ccedil;ados, n&atilde;o tinham muito para onde correr, o momento agora &eacute; lutar ou morrer.<br /><br />Os dois trocaram olhares de confian&ccedil;a e se prepararam para a batalha, mas no momento que iam disparar seus poderes um som alto, como se fosse um berrante ecoou na floresta.<br /><br />A figura se atordoou e segundos depois fugiu. O al&iacute;vio dos dois digimons n&atilde;o durou quando outro som foi emitido do misterioso berrante, dessa vez muito mais pr&oacute;ximo. Os dois n&atilde;o puderam reagir ao medo quando inesperadamente uma figura muito maior apareceu na boca da gruta.<br />Sem pensar, Gabumon imediatamente partiu para o ataque: &ldquo;Rajada Az&mdash;&rdquo; Gabumon foi interrompido:<br /><br />&ldquo;Wow wow!! Espera a&iacute;! N&atilde;o estou armado!&rdquo; &ndash; disse a criatura ainda sem rosto<br /><br />&ldquo;Identifique-se!&rdquo; &ndash; exclamou Veemon<br /><br />A criatura entrou na gruta, e a luz que emanava iluminou o rosto dela, puxando exclama&ccedil;&otilde;es dos dois digimons:<br /><br />&ldquo;Meu nome &eacute; Rodrigo, vi voc&ecirc;s fugindo de um dos espectros da floresta enquanto patrulhava a &aacute;rea em busca deles. Dica quente, eles odeiam barulhos altos&rdquo; &ndash; disse ele mostrando um chifre oco moldado para ser usado como um berrante.<br /><br />Rodrigo tinha mais ou menos 1,72m, cabelo negro e liso, olhos castanho escuros, pele levemente morena, em boa forma, bra&ccedil;os firmes e coxas grandes e lisas.<br /><br />&ldquo;Uau, um humano na Floresta das Ra&iacute;zes Negras, impressionante! Obrigado Rodrigo, sou Gabumon e este &eacute; Veemon&rdquo;<br />Os tr&ecirc;s se cumprimentaram muito alegres: &ldquo;Passem a noite na minha casa hoje, vai ser &oacute;timo ter companhia&rdquo;.<br /><br /><br />* * *<br /><br /><br />Veemon seguia atr&aacute;s de Gabumon e Rodrigo pela floresta. Ele era bem legal, pensava Veemon, n&atilde;o s&oacute; era um humano simp&aacute;tico valente, ele tinha um corpo suculento. A bunda dele parecia bem firme e redonda, cada passo ela tremia com perfei&ccedil;&atilde;o. Precisava ver ele pelado e cair de boca nessa bun &ndash; Veemon foi interrompido quando trombou no seu objeto de desejo: de cara com a bunda de Rodrigo quando os dois a sua frente pararam do nada &ndash; &ldquo;Ah cara! Isso t&aacute; ficando muito frequente!&rdquo;.<br /><br />Os tr&ecirc;s chegaram no p&eacute; de uma imensa &aacute;rvore, Rodrigo guiou-os atrav&eacute;s da casca da &aacute;rvore.<br /><br />&ldquo;Wow!! Essa &aacute;rvore &eacute; de mentira!&rdquo; Exclamou Veemon<br /><br />&ldquo;S&oacute; a parte que serve para esconder a escada que fica do lado de dentro&rdquo; Disse Rodrigo mostrando uma imensa escada em espiral, mas do lado de dentro, que levava para o topo.<br /><br />Veemon seguia degrau ap&oacute;s degrau, ainda maravilhado com isso. A escadaria os levou para uma casa na &aacute;rvore bem confort&aacute;vel nas alturas.<br />&ldquo;Voc&ecirc;s podem passar a noite aqui, s&atilde;o meus convidados, se sintam em casa por favor!&rdquo; Disse Rodrigo enquanto se desvencilhava de seu equipamento de ca&ccedil;a. <br /><br />Veemon olhou ao redor. Era uma casa na &aacute;rvore espa&ccedil;osa, mas n&atilde;o havia c&ocirc;modos, tudo estava ali, um pequeno forno a lenha feito de pedras, uma cama feita &agrave; m&atilde;o no canto oposto. Veemon ficou observando Rodrigo indo do lado do que ele assumiu ser uma cozinha. Gabumon estava removendo os len&ccedil;&oacute;is e os acolchoados da mochila.<br /><br />Toda vez que Rodrigo e Veemon cruzavam olhares, Veemon sorria e ruborizava. Esse rapaz era simp&aacute;tico demais e gostoso em excesso para um humano.<br /><br /><br />* * *<br /><br /><br />Rodrigo achou engra&ccedil;ado e bonitinho o fato de Veemon esconder seu rosto quando cruzou olhares com ele. &ldquo;Ser&aacute; que ele s&oacute; t&aacute; com vergonha de mim ou esse digimon est&aacute; de fato interessado em mim? N&atilde;o sabia que digimons tinham esse interesse, especialmente em humanos.&rdquo;.<br /><br />Ele caminhou para um dos lados da casa e trocou rapidamente sua camiseta e cal&ccedil;as, e pode constatar que o digimon azul o estava comendo com os olhos. Ele seguiu pensando:<br /><br />&ldquo;N&atilde;o sei qual &eacute; a do Gabumon, mas o azulzinho &eacute; uma fofura, nunca pensei que ia dizer isso, mas talvez eu devesse dormir junto deles e ver se consigo pelo menos uma investida dele&rdquo;.<br /><br />Rodrigo terminou de se vestir, agora com roupas bem mais relaxadas e voltou ao grupo.<br /><br />&ldquo;Rodrigo, nos conte exatamente o que est&aacute; ca&ccedil;ando.&rdquo; Perguntou Gabumon.<br /><br />&ldquo;Desde que o Digimundo foi pacificado, eu passei a morar aqui, o lugar de onde venho no mundo dos humanos n&atilde;o &eacute; o melhor de todos sabe, aqui eu posso pelo menos viver em paz com os digimons que vivem aqui nessa floresta.<br /><br />Mas n&atilde;o faz muito tempo, algo come&ccedil;ou a atacar digimons, silenciosamente, eles desapareciam no meio da noite para nunca mais serem vistos. Eu comecei a investigar o caso, j&aacute; que conhe&ccedil;o e tenho amizade com quase todos daqui, n&atilde;o podia deixar isso continuar.<br /><br />Ap&oacute;s muito tempo seguindo pistas e procurando por rastros, eu finalmente vi: &Eacute; claramente um Digimon v&iacute;rus, mas eu nunca o vi antes. Ele &eacute; alto, escuro como as sombras. Ele cria um nevoeiro em sua volta, dificultando ser identificado.<br /><br />Praticamente todos os digimons evacuaram a floresta, ficando s&oacute; eu e criaturas da natureza. Prometi ficar para tr&aacute;s e capturar essa criatura, para que eles possam voltar novamente para o lar delas. Fiquei sozinho desde ent&atilde;o.&rdquo;<br /><br />&ldquo;Poxa, isso &eacute; grave, n&atilde;o podemos seguir nosso caminho sem ajudar voc&ecirc;, n&atilde;o s&oacute; pelo fato dela ter matado digimons, mas tamb&eacute;m por ser importante para que essa floresta se torne uma rota segura entre os dois vilarejos.&rdquo; Disse Gabumon apreensivo.<br /><br />&ldquo;Mas voc&ecirc;s, me perdoe parecer rude... s&atilde;o digimons em treinamento, essa criatura parece muito forte, talvez at&eacute; para n&oacute;s tr&ecirc;s juntos!&rdquo;<br /><br />&ldquo;Bom, eu n&atilde;o contaria com essa limita&ccedil;&atilde;o&rdquo; Disse Veemon com um sorriso cheio de dentes<br /><br />&ldquo;N&oacute;s podemos, possivelmente, evoluir&rdquo; Completou Gabumon<br /><br />&ldquo;S&eacute;rio? Eu achava que evolu&ccedil;&atilde;o era s&oacute; poss&iacute;vel se combinado com um parceiro humano&rdquo;<br /><br />&ldquo;Voc&ecirc; n&atilde;o est&aacute; errado, mas eu e Veemon conseguimos agora evoluir sem essa restri&ccedil;&atilde;o, pelo menos por um tempo, s&oacute; n&atilde;o sabemos agora como iniciar a evolu&ccedil;&atilde;o&rdquo;<br /><br />&ldquo;At&eacute; l&aacute;, o Gabumon e eu &eacute; tudo que voc&ecirc; tem camarada!&rdquo;<br /><br />&ldquo;Eu aceito a ajuda! Muito obrigado! Mas o que mais adoraria agora &eacute; relaxar um pouco e eventualmente dormir&rdquo;<br /><br />Rodrigo mal conseguiu concluir seu pensamento quando ele e Veemon olharam para tr&aacute;s quando um ronco veio de Gabumon, que estava deitado em cima do acolchoado dele, e completamente entregue ao cansa&ccedil;o. <br /><br /><br />* * *<br /><br /><br />Veemon cobriu seu amigo com um len&ccedil;ol e colocou um travesseiro debaixo da cabe&ccedil;a dele.<br /><br />&ldquo;Ele costuma ser bem ativo, mas parece que esses dias cansaram ele al&eacute;m da conta&rdquo;<br /><br />&ldquo;Seu amigo parece ser o l&iacute;der, &eacute; algo que demanda bastante energia. Voc&ecirc; est&aacute; cansado tamb&eacute;m?&rdquo; &ndash; Rodrigo sorriu com a pergunta<br /><br />&ldquo;N&atilde;o muito, eu costumo dormir bem mais tarde, bastante energia para queimar sabe&rdquo; &ndash; Veemon ruborizou de novo <br /><br />&ldquo;Quer ir at&eacute; meu quarto improvisado? Podemos conversar mais e deixar Gabumon descansar&rdquo;<br /><br />Veemon ficou um piment&atilde;o, essa oferta n&atilde;o podia recusar. Os dois andaram para o outro lado da casa onde a cama ficava, os dois deitaram lado a lado.<br /><br /><br />* * *<br /><br /><br />Rodrigo notou que Veemon estava muito quieto, precisava quebrar o gelo se quisesse ter alguma coisa com ele essa noite:<br /><br />&ldquo;Ent&atilde;o, o Gabumon &eacute; seu... amigo? Namorado?&rdquo;<br /><br />&ldquo;Oh, ah... Gabumon &eacute; meu amigo, eu gosto dele bastante sabe, mas ele precisa de bastante tempo para organizar as ideias&rdquo;<br /><br />&ldquo;Ent&atilde;o voc&ecirc; quer ser mais que amigo dele?&rdquo;<br /><br />&ldquo;Si- N&atilde;o! Ah... eu...&rdquo; &ndash; gaguejou, mas se recomp&ocirc;s: &ldquo;Um dia quem sabe, enquanto isso eu vou explorando novos territ&oacute;rios&rdquo;<br /><br />&ldquo;E explorar voc&ecirc; quer dizer...? Experimentar?&rdquo;<br /><br />&ldquo;&Eacute;... podemos dizer isso...&rdquo;<br /><br />Rodrigo notou que ele estava imensamente envergonhado, mas como seu sorriso n&atilde;o sumia, assumiu que estava tudo bem continuar.<br /><br />&ldquo;Se me permitir ser ousado, eu tamb&eacute;m gosto de experimentar, mas como pode ver nessa floresta, eu n&atilde;o tenho muita oportunidade para isso&rdquo;<br /><br />&ldquo;Erm... geralmente eu sou mais ousado, mas n&atilde;o sei por que estou com vergonha&rdquo;<br /><br />&ldquo;Voc&ecirc; n&atilde;o precisa ter vergonha. Por acaso est&aacute; com vergonha de mim?&rdquo;<br /><br />&ldquo;&Eacute; que voc&ecirc; &eacute;... uh... bastante areia para meu caminh&atilde;ozinho&rdquo;<br /><br />&ldquo;Eu tenho certeza que voc&ecirc; consegue segurar essa areia toda&rdquo;<br /><br />Rodrigo sorriu para Veemon, e tirou a camiseta, revelando um peitoral moreno e definido, mas ainda sim carnudo.<br /><br />&ldquo;Bom, eu n&atilde;o vou rejeitar toda essa areia!&rdquo; &ndash; disse animado<br /><br /><br />* * *<br /><br /><br />Veemon se moveu e se ajoelhou em meio as coxas grossas de Rodrigo, onde pode apreciar pela primeira vez o lindo volume de sua cal&ccedil;a. Com suas m&atilde;os h&aacute;beis as cal&ccedil;as foram removidas revelando tudo.<br /><br />Veemon viu a belezura de pinto a sua frente. Era quente, n&atilde;o muito grosso, mas longo, deveria ter uns 19cm. Seu saco era cheio, mas modesto, podia ver que era quase cor-de-rosa, estava na flor da idade.<br /><br />Em uma s&oacute; bocada, Veemon deslizou o comprimento todo para dentro de sua boca:<br /><br />&ldquo;Uau Veemon, voc&ecirc; j&aacute; deve ter feito isso antes, n&atilde;o &eacute; poss&iacute;vel&rdquo;, disse Rodrigo em meio a sua respira&ccedil;&atilde;o pesada. Veemon chupou forte e soltou o pau de sua boca:<br /><br />&ldquo;Guarde suas expectativas para quando provar o resto&rdquo;.<br /><br />Ap&oacute;s dar uma boa mamada nele, continuou:<br /><br />&ldquo;Me mostre o que voc&ecirc; sabe fazer campe&atilde;o!&rdquo;<br /><br />Sem nem um segundo passar, Veemon sentiu ser puxado contra o pau, o qual deixou passar por seus l&aacute;bios, sentindo cada cent&iacute;metro dele deslizar por sua l&iacute;ngua, ouvindo gemidos aut&ecirc;nticos do dono.<br /><br />Veemon fechou seus olhos e se deixou ser usado.<br /><br />&ldquo;Caramba, como eu curto um cara que sabe o que faz&rdquo; pensou Veemon, lembrando na primeira noite com Gabumon, quando ele o imobilizou no ch&atilde;o da barraca, e o comeu sem d&oacute;, como um animal.<br /><br />&ldquo;Massageie minhas bolas Vee, voc&ecirc; est&aacute; indo bem... aaah&rdquo;.<br /><br /><br />* * *<br /><br /><br />Rodrigo estava aproveitando o inesperado. Mal conhecia esse digimon e j&aacute; estava metendo na boca dele. Por sorte o amigo Gabumon dele est&aacute; dormindo pesado, ele n&atilde;o queria criar uma situa&ccedil;&atilde;o chata entre os dois, especialmente quando ambos parecem ter algo acontecendo entre eles.<br /><br />&quot;Aah..!&quot;<br /><br />Veemon trabalhava habilmente sua l&iacute;ngua na cabe&ccedil;a de seu pau, que ele j&aacute; fez isso era &oacute;bvio s&oacute; pela conversa, mas tamanha habilidade vem mais de experiencia, vem de desejo.<br /><br />Rodrigo comecou a dar estocadas mais intensas, fazendo todo o comprimento do seu pau mergulhar dentro do digimon azul, suas bolas faziam um gentil tapa no queixo dele a cada mergulho.<br /><br />&quot;Aaah Veemon, eu acho que vou gozar&quot;<br /><br />O Digimon tirou o pau de sua boca, terminando com uma grande lambida por todo o comprimeito dele. Em seguida, subiu no colo de Rodrigo, dando um abra&ccedil;o carinhoso no pesco&ccedil;o dele, seu focinho estava no cangote dele:<br /><br />&quot;Eu quero voc&ecirc; dentro de mim&quot;<br /><br />Nada surpreso, mas cheio de antecipa&ccedil;&atilde;o, Rodrigo virou a cabe&ccedil;a de Veemon e deu um longo beijo na boca. Sua outra m&atilde;o deslizava pela pequena cauda do digimon, acariciando a base dela. O beijo seguia com gemidos amorda&ccedil;ados de Veemon na boca dele, quando ele come&ccedil;ou a massagear com seus dedos o &acirc;nus do digimon.<br /><br />Ofegantes, mas sorridentes, os dois mantiveram contato olho no olho. Veemon n&atilde;o sabia exatamente o que era essa pausa toda quando sua express&atilde;o mudou de curiosidade para desconforto, surpresa e prazer quando seu &acirc;nus come&ccedil;ou a ser violado lentamente pelo membro liso e morno de Rodrigo, as m&atilde;os e bra&ccedil;os firmes de Rodrigo, ainda abra&ccedil;ados em volta de Veemon o puxavam para baixo, enquanto era penetrado mais e mais fundo.<br /><br />Veemon estava em &ecirc;cstase, sem ter para onde fugir, ele estava agora no embrace apertado quente de Rodrigo, a respira&ccedil;&atilde;o dele vibrava em prazer, e terminou com uma grande expira&ccedil;&atilde;o no cangote de Veemon quando a bunda do digimon azul finalmente sentou-se confortavelmente nas coxas dele, completamente aterrado.<br /><br />Rodrigo come&ccedil;ou a mordiscar e lamber o pesco&ccedil;o de Veemon, os dois mal tinham come&ccedil;ado e j&aacute; estavam suados. O corpo liso de Rodrigo trouxe uma familiaridade com seu pr&oacute;prio corpo, os dois praticamente n&atilde;o tinham pelos, e sentiam um ao outro diretamente na pele.<br /><br />Veemon sentiu Rodrigo come&ccedil;ando a puxar seu membro de dentro, mas retornou em uma estocada s&oacute;, fazendo um som molhado e alto do saco de Rodrigo batendo na bunda lisa de Veemon.<br /><br />&quot;Oh yeah&quot; suspirou Rodrigo, e seus movimentos come&ccedil;aram a ficar mais compassados. Sons de *ploc ploc ploc* ecoavam na casa da &aacute;rvore. Ap&oacute;s longos dez minutos de sexo ritmado, ele deitou-se de barriga para cima, ainda abra&ccedil;ado a Veemon. Seu membro quase escapou:<br /><br />&quot;Oops, eu n&atilde;o terminei ainda com voc&ecirc; querido&quot; e assegurou que seu membro mergulhasse at&eacute; o talo novamente, arrancando um gemido mais alto do digimon azul &quot;eu s&oacute; paro quando terminar de usar essa bundinha linda sua&quot;.<br /><br />As estocadas agora eram mais intensas, com os dois deitados, Rodrigo comia ele com mais desejo, beijando-o, acariciando seu corpo, mas sempre assegurando que suas metidas nunca parassem para lembrar o digimon quem tava no comando naquele momento.<br /><br /><br />* * *<br /><br /><br />Veemon sentia seu penis queimando, como se tivesse sendo chupado, mas nada estava tocando nele. Oh sim, Veemon sentia um orgasmo vindo bem lentamente, as estocadas dele estavam massageando sua pr&oacute;stata direitinho, seu corpo vibrava com cada metida, ele n&atilde;o parava, n&atilde;o perdia o ritmo, j&aacute; era quase meia hora de sexo intenso e suado e Veemon estava amando.<br /><br />Rodrigo teve pequenos espasmos, ele estava quase chegando no cl&iacute;max. Mas Veemon tamb&eacute;m estava com seu pr&oacute;prio cl&iacute;max vindo, era incr&iacute;vel a sensa&ccedil;&atilde;o de gozar vindo t&atilde;o lentamente, era como um orgasmo que cresce para o momento mais intenso por mais tempo.<br /><br />Veemon n&atilde;o aguentou, e soltou gemidos altos e sem vergonha alguma:<br /><br />&quot;Aah! Eu vou gozar Rodrigo, Aah!&quot;<br /><br />&quot;Goze para mim Veemon&quot;<br /><br />Jatos vieram do digimon azul, cobrindo o peito e rosto de Rodrigo. Tres, quatro jatos, Veemon estava exausto, mas quando voltou a si, ele ainda estava preso &agrave; Rodrigo, que continuava mais e mais forte enterrar seu pinto nele. <br /><br />&quot;Ahhh.. Aqui, h-hora de rechear voc&ecirc;!&quot;<br /><br />Com um algo urro, Veemon sentiu seus interiores sendo inundados com o l&iacute;quido quente que jorrava de Rodrigo. Cada pulsa&ccedil;&atilde;o de seu membro era certamente um grande jato dentro. A sensa&ccedil;&atilde;o de ser mais uma vez preenchido era deliciosa.<br /><br />Rodrigo manteve seu membro dentro de Veemon por um tempo, enquanto ambos retomavam o f&ocirc;lego. Rodrigo virou de lado, carregando o digimon consigo, assumindo a posi&ccedil;&atilde;o de conchinha.<br /><br />Rodrigo acariciou a cabe&ccedil;a dele, dando leves lambidas e mordiscadas.<br /><br />&quot;Nossa, n&atilde;o sabia que humanos eram t&atilde;o intensos no sexo assim&quot;<br /><br />&quot;Haha, alguns s&atilde;o, h&aacute; muitos de n&oacute;s&quot;<br /><br />Veemon fechou os olhos, enquanto sentia o membro mole deslizando para fora finalmente.<br /><br />&quot;Hmmmm, delicia. Acho que devemos nos limpar e dormir&quot;<br /><br />&quot;Sim, mais 15 minutinhos de cuddling antes&quot;<br /><br />&quot;Podemos arredondar para 1h&quot;<br /><br />&quot;Perfeito por mim&quot;<br /><br />* * *<br /><br />O sol iluminou os olhos de Veemon atrav&eacute;s da janela mal coberta por um pano surrado. Um p&aacute;ssaro ou outro faziam pios que ecoavam na floresta la fora, um lembrete de que ainda estavam na Floresta Negra.<br /><br />Veemon sentia o calor do sol em seu rosto enquanto desfrutava do momento gostoso entre acordar e finalmente abrir os olhos. Mas o momento foi interrompido por uma sombra que cresceu na frente dele. O vulto tapava o sol, e estava do seu lado. Quando seu c&eacute;rebro somou o que estava acontecendo, ele se desesperou.<br /><br />&quot;Ah! O espectro!!! N&atilde;o me mate!!!! Gabumon!!!!!! Oooof&quot; - seus gritos foram interrompidos por uma toalha jogada na sua cara, o vulto disse em uma voz familiar.<br /><br />&quot;Voc&ecirc; que vai matar a todos com esse cheiro de falta de banho&quot;<br /><br />Gabumon andou para o outro lado da casa, para terminar de coar o caf&eacute;.<br /><br />&quot;Oh... eu devo ter dormido e esquecido quando...&quot; - Veemon checou que Rodrigo n&atilde;o estava l&aacute; - &quot;U&eacute;, cad&ecirc; o Rodrigo?&quot;<br /><br />&quot;Ele foi buscar mais lenha&quot;<br /><br />Veemon cambaleou para o chuveiro improvisado e tomou uma ducha. O cheiro de caf&eacute; aromatizava a casa. Minutos depois, ele se secou e seguiu para onde Gabumon estava.<br /><br />&quot;Quer que eu fa&ccedil;a ovos Gabu?&quot;<br /><br />&quot;Sim. Vee, eu sei que n&atilde;o &eacute; da minha conta, mas...&quot; Veemon olhou apreensivo para o digimon amarelo, que olhava para o bule de &aacute;gua &quot;...eu tenho receio que voc&ecirc; fique fazendo sexo com qualquer criatura que aparece na sua frente. Tenho medo que se machuque&quot;<br /><br />Um sil&ecirc;ncio pairou no ar, apenas abafado pelo som da &aacute;gua fervendo no bule.<br /><br />&quot;Eu sinto muito Gabu, eu n&atilde;o sei por que eu estou com minha libido t&atilde;o fora de controle esses &uacute;ltimos dias.&quot;<br /><br />&quot;Foi essa falta de controle que fez voc&ecirc; fazer sexo comigo?&quot;<br /><br />Mais uma pausa. Veemon sabia onde isso estava indo. E Gabumon tinha toda raz&atilde;o.<br /><br />&quot;Sim. Mas... com voc&ecirc; foi diferente. Foi admira&ccedil;&atilde;o por voc&ecirc;, eu sempre gostei de voc&ecirc;, mas n&atilde;o sabia que havia algo a mais ainda. Aquele dia foi o dia que eu descobri que de fato havia mais do que admira&ccedil;&atilde;o.&quot;<br /><br />Gabumon permanecia em sil&ecirc;ncio, mas ouvindo.<br /><br />&quot;Depois da noite mais m&aacute;gica da minha vida naquela barraca no nosso primeiro dia, eu devo ter ficado sem controle com os novos prazeres, e devo ter me deixado levar por estar em uma aventura com voc&ecirc;.&quot;<br /><br />&quot;Eu tenho medo Vee, que se algo der errado, nossa amizade seja danificada para sempre&quot;.<br /><br />&quot;Eu n&atilde;o tenho como prever o futuro Gabu, mas temos amizade suficiente para reconhecer isso antes que um desastre aconte&ccedil;a com ela, n&atilde;o &eacute;?&quot;<br /><br />&quot;Eu suponho que voc&ecirc; esteja correto&quot;<br /><br />&quot;Gabu, eu te amo&quot;<br /><br />Gabumon ficou ainda parado em sil&ecirc;ncio, Veemon estava esfregando um bra&ccedil;o no outro nervoso. Ap&oacute;s o que pareceu minutos, Veemon come&ccedil;ou a dar um passo para o lado, para deixa-lo em paz.<br /><br />&quot;Eu n&atilde;o vou incomodar voc&ecirc; mais com iss-&quot; Veemon foi interrompido, quando seu bra&ccedil;o foi puxado com for&ccedil;a, apenas para virar-se e dar de cara com o focinho do Digimon amarelo, que o puxou para um beijo intenso.<br /><br />Veemon fechou os olhos, e continuou beijando seu &iacute;dolo e amigo. Com sua cabe&ccedil;a firme, mas ainda assim, gentilmente segurada contra Gabumon, que o beijava como se n&atilde;o houvesse amanh&atilde;. O beijo foi quebrado muito tempo depois, quando ambos estavam sem f&ocirc;lego.<br />&quot;Oof! Voc&ecirc; &eacute; digimon mais incr&iacute;vel que eu conhe&ccedil;o, e continua me surpreendendo.&quot;<br /><br />&quot;Nah, sou apenas um Gabumon, que marca trilhas e &eacute; namorado de um digimon azul muito travesso&quot;<br /><br />Os olhos de Veemon ficaram vidrados, ouvindo ele dizer a palavra namorado se referindo a ele, era quase imposs&iacute;vel de acreditar. Tudo que Veemon queria era que aquilo n&atilde;o fosse um sonho.<br /><br />&quot;Algumas regras Vee. Eu n&atilde;o ligo se voc&ecirc; quiser transar com outros, mas por favor, escolha eles com responsabilidade, voc&ecirc; vale mais do que isso. Se alguma coisa que eu fa&ccedil;o te aborrecer, fale. Se a chama da paix&atilde;o estiver se apagando, vamos conversar sobre isso. O resto a gente descobre&quot;<br />&quot;Parece muito razo&aacute;vel Gabu, eu vou pegar leve com esse meu desejo incontrol&aacute;vel de sexo. De resto, pode contar comigo! Mas, voc&ecirc; sabe que eu transei com o Rodrigo, t&aacute; tudo bem? Algo que eu deva fazer ou parar de fazer?&quot;<br /><br />&quot;Nah, mas como ele transou com voc&ecirc; e me deixou dormindo, eu vou querer comer o rabo dele agora.&quot;<br /><br />Um som de blocos de madeira ecoou na casa, logo atr&aacute;s dos dois digimons, quando Rodrigo deixou cair a lenha no ch&atilde;o, com a cara toda ruborizada e envergonhada.<br /><br />&quot;Oh, ol&aacute; Rodrigo. Voc&ecirc; talvez vai querer um pano para morder, porque o Gabumon n&atilde;o &eacute; nem um pouco pequeno n&atilde;o.&quot; - Disse Veemon com um sorriso travesso na cara, como sempre.<br /><br /><br />* * *<br /><br /><br />&quot;O plano &eacute; o seguinte &ndash; come&ccedil;ou Rodrigo &ndash; voc&ecirc;s ficam em lados opostos dessa clareira com os berrantes. Eu fico no meio dela. Eu ficarei sentado no meio dela fingindo que estarei meditando. Quando o espectro aparecer, Gabumon come&ccedil;a a tocar o berrante dele. Depois Veemon, e eu sairei correndo para aquela dire&ccedil;&atilde;o, da gruta que voc&ecirc;s se esconderam ontem. <br /><br />Quando eu passar para o outro lado, esperarei o espectro entrar na gruta para me pegar do outro lado. Quando ele estiver no meio, eu tocarei meu berrante. Voc&ecirc;s, ir&atilde;o derrubar aquelas rochas que ir&atilde;o cobrir uma das entradas. O espectro ir&aacute; ficar preso, pois irei fazer barulho do outro lado. Com ele encurralado, poderemos finalmente captura-lo.&quot;<br /><br />&quot;Parece simples mas ao mesmo tempo cheio de pontos de falha&quot; - Disse Gabumon<br /><br />&quot;Caso alguma coisa de errada, nosso sinal &eacute; tocar o berrante sempre com 3 pausas curtas, abortamos e voltamos para minha casa&quot;.<br /><br />&quot;Parece mais possivel agora&quot;.<br /><br />Horas depois, o grupo se posicionou conforme o plano. Rodrigo estava no meio da clareira, Gabumon e Veemon se posicionaram escondidos em cada lado dela, deixando a trilha que leva &agrave; gruta como a &uacute;nica op&ccedil;&atilde;o de fuga.<br /><br />Todos ficaram em sil&ecirc;ncio. Quase uma hora se passou, quando finalmente um leve nevoeiro come&ccedil;ou a pairar pela &aacute;rea. Minuto a minuto, ele ficava mais intenso, a ponto do sol n&atilde;o ser mais do que um halo de luz fraca iluminando a clareira. Gabumon quase n&atilde;o pode ver Rodrigo mais no meio, e certamente n&atilde;o podia mais ver Veemon.<br /><br />Rodrigo notou um turbilh&atilde;o de ar que moveu o nevoeiro. O espectro estava ali j&aacute;. Os tr&ecirc;s ouviram um barulho de arco se esticando. Ele ia atirar.<br />Rodrigo correu em dire&ccedil;&atilde;o a Gabumon, que imediatamente come&ccedil;ou a tocar o berrante. A criatura certamente em estresse, deixou a flecha voar sem alvo, surpreso com o ruido ensurdecedor do berrante.<br /><br />Ela come&ccedil;ou a se mover em dire&ccedil;&atilde;o a Veemon, que come&ccedil;ou a tocar tamb&eacute;m. Um grito alto ecoou na floresta quando a criatura foi pega de surpresa. Gabumon se juntou a Veemon e come&ccedil;ou a tocar juntos. For&ccedil;ando a criatura a retra&iacute;r para a trilha.<br /><br />Rodrigo j&aacute; havia assumido sua posi&ccedil;&atilde;o na trilha, para servir de isca, para certificar que ela n&atilde;o ia se distrair e fugir. Gabumon e Veemon come&ccedil;aram a correr em dire&ccedil;&atilde;o a criatura soprando os berrantes, for&ccedil;ando-a para a trilha.<br /><br />Os dois digimons continuaram a perturbar a criatura que seguia pela trilha em dire&ccedil;&atilde;o a gruta. Eles notaram que ela finalmente entrou na gruta, e seguiram para a segunda etapa, e usando seus ataques especiais, causaram uma avalanche de pedras que selou uma das entradas da gruta.<br /><br />Do outro lado Rodrigo ouviu as explos&otilde;es, e os ru&iacute;dos da criatura. Ele come&ccedil;ou a soprar seu berrante, causando agonia na criatura, que ao fugir, se encontrou encurralada. Gabumon e Veemon eram r&aacute;pidos, e se juntaram a Rodrigo.<br /><br />Passo a passo, eles tentavam domar a criatura, que at&eacute; o momento, n&atilde;o havia forma, era tudo muito escuro na gruta. Quando finalmente a criatura se cansou, no canto da gruta, completamente encurralada:<br /><br />&quot;Acabou, revele-se agora! Sen&atilde;o vamos continuar te torturando!&quot; - disse Rodrigo, claramente ofegante e nervoso<br /><br />A criatura fez um ru&iacute;do quase mec&acirc;nico e ficou quieta. Os tr&ecirc;s se aproximaram e Rodrigo tirou seu celular do bolso, e ligou a lanterna, revelando uma esp&eacute;cie de esfera met&aacute;lica. Eles se entreolharam curiosos.<br /><br />&quot;Isso n&atilde;o &eacute; um digimon. Isso &eacute; um... o que raios &eacute; isso?&quot; - exclamou Veemon<br /><br />&quot;Me pegou, eu nunca vi algo parecido aqui no Digimundo&quot; - disse Gabumon<br /><br />&quot;Ser&aacute; que &eacute; extraterrestre?&quot;<br /><br />&quot;N&atilde;o Veemon, extraterrestres n&atilde;o usam parafuso philips para afixar placas de metal&quot; - completou Rodrigo<br /><br />A curiosidade foi interrompida por um beep alto vindo do objeto. Rodrigo aproveitou para tirar uma foto com o celular, mas ao tirar a foto, ele notou algo que o deixou p&aacute;lido pelo visor do celular.<br /><br />&quot;Gente... tem um contador regressivo nele&quot;<br /><br />&quot;Ugh, eu n&atilde;o preciso entender humanos para saber que qualquer contador regressivo &eacute; sin&ocirc;nimo de dar o fora daqui!&quot; - Exclamou Gabumon<br />Os tr&ecirc;s sa&iacute;ram correndo da gruta, trope&ccedil;ando e gritando. Pularam atr&aacute;s de uma vala e se preparam para a explos&atilde;o da vida deles. Todos eles conhecem hist&oacute;rias das bombas do mundo humano. Tudo que podiam desejar agora &eacute; que n&atilde;o fosse uma grande o suficiente para abrir uma cratera em toda a Floresta Negra e dizimar metade do Digimundo.<br /><br />Da gruta, ouviram um &uacute;ltimo beep. Seguido de um *poc* e um pouco de fuma&ccedil;a.<br /><br />&quot;OK, isso foi super anticlim&aacute;tico&quot; - disse Veemon, que foi repreendido com olhares dos outros dois.<br /><br />Na gruta novamente, o dispositivo estava claramente desativado e sem funcionamento mais.<br /><br />&quot;Eu vou levar isso pra casa e desmontar, tentar entender o que &eacute; isso&quot;<br /><br />&quot;Sua casa n&atilde;o parece exatamente equipada para desmontar isso&quot;<br /><br />&quot;Ah, eu falo da minha outra casa, no mundo humano. Tenho amigos e contatos, a gente pode entender melhor o que &eacute; isso&quot;<br /><br />&quot;Seja l&aacute; o que for, a amea&ccedil;a n&atilde;o parece aniquilada, isso parece um drone. Isso significa que o perigo ainda existe, em algum lugar&quot; - Disse Gabumon<br /><br />&quot;Bem, pelo menos n&atilde;o na Floresta Negra mais! Olhem!&quot; - apontou Veemon para o fora da gruta<br /><br />L&aacute; fora, sol, e outros digimons come&ccedil;aram a retomar a floresta novamente como o lar delas. Mais p&aacute;ssaros eram ouvidos. A vida estava voltando para a floresta quase instantaneamente ap&oacute;s a desativa&ccedil;&atilde;o do dispositivo misterioso.<br /><br />&quot;Bom, n&atilde;o estou totalmente relaxado com esse assunto, mas com certeza d&aacute; para dizer que seja qual era a influ&ecirc;ncia dessa m&aacute;quina aqui, n&atilde;o existe mais.&quot; - disse Gabumon<br /><br /><br />* * *<br /><br /><br />Os tr&ecirc;s voltaram para a casa da &aacute;rvore. O dispositivo estava embalado em um cobertor e pronto para viagem.<br /><br />&quot;Tem certeza que voc&ecirc; estar&aacute; seguro no mundo humano com isso?&quot; - Disse Veemon<br /><br />&quot;N&atilde;o se preocupe, eu voltarei em breve.&quot;<br /><br />Rodrigo puxou um notebook e um digivice de dentro de um piso falso da casa. &quot;Quando eu tiver ido, podem fazer o favor de deixar o notebook aberto, mas em cima daquela mesa? E tranquem a porta ao sair, dessa forma eu poderei voltar nesse mesmo ponto.&quot;<br /><br />&quot;Pode deixar Rodrigo, tome cuidado nessa jornada!&quot; - Disse Veemon<br /><br />&quot;&Eacute;, cuidado, n&atilde;o sabemos ainda com o que estamos lidando. E... por favor, volte quando puder.&quot; - Completou Gabumon<br /><br />&quot;Ah, como voc&ecirc; acha que eu n&atilde;o vou voltar, agora que voc&ecirc; disse que quer me enrrabar?&quot; - Piscou e riu Rodrigo - &quot;Melhor at&eacute; j&aacute; me preparar l&aacute; em baixo para nosso pr&oacute;ximo encontro!&quot;<br /><br />Gabumon sorriu, pela primeira vez, de forma travessa, deixando Veemon com a boca aberta em admira&ccedil;&atilde;o e orgulho!<br /><br />A tela do notebook se iluminou e Rodrigo desapareceu levando consigo o dispositivo misterioso com ele. Os dois posicionaram o notebook no local indicado como foi pedido, e trancaram a porta da casa da &aacute;rvore ao sairem.<br /><br />J&aacute; no ch&atilde;o da floresta, os dois se prepararam para voltar a seguir o caminho da trilha, que com certeza ia ser muito mais agrad&aacute;vel, j&aacute; que o clima na Floresta Negra era agora m&aacute;gico e cheio de vida, com Digimons caminhando calmamente por a&iacute;.<br /><br />&quot;Diga Gabumon, voc&ecirc; realmente vai comer o Rodrigo?&quot;<br /><br />&quot;Oh yeah! Vou mostrar para ele como um digimon fode aquela bunda do jeito certo!&quot;<br /><br />&quot;Oh muur! T&atilde;o agressivo esse macho alfa!&quot;<br /><br />&quot;At&eacute; l&aacute;, pelo visto vou ter que comer voc&ecirc; sem d&oacute; nem piedade&quot;<br /><br />&quot;Oh Gabu, se voc&ecirc; continuar me testando, voc&ecirc; vai ter que dar um trato na minha bunda agora mesmo!&quot;<br /><br />&quot;Nah, relaxa, o pr&oacute;ximo checkpoint &eacute; em 5h para acampar novamente, at&eacute; l&aacute; melhor ir se preparando&quot; - Gabumon piscou e deu um tapa na bunda de Veemon<br /><br />&quot;Caramba, eu adoro sua vers&atilde;o namorado!&quot;<br /><br /><br />* * *<br /><br /><br />Fim da parte III. Parte IV (final) em breve!</span>",
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